3.

CONCLUSÕES

Após analisar as multilatinas e seu desempenho comercial de uma perspectiva glocal, de tendências globais a exemplos locais de sucesso, ficam algumas reflexões específicas sobre os desafios e oportunidades para multilatinas sob o Novo Normal:

UM.

As empresas tendem a se tornar mais flexíveis, e as multilatinas por natureza desenvolveram anticorpos para crises devido ao contexto volátil da região.

DOIS.

O uso de big data é menos difundido na América Latina e, em um contexto mais volátil e incerto do que a média, é mais valioso implementar modelos preditivos porque eles proporcionam uma maior vantagem competitiva.

TRÊS.

Em 2021, a conversa sobre multilatinas está concentrada principalmente em 5 países: México, Brasil, Chile, Argentina e Colômbia.

QUATRO.

Também nos últimos 6 meses, há sinais de concentração corporativa da conversa: 60% das 10 maiores empresas tiveram o maior impacto na opinião pública.

CINCO.

Por outro lado, a internacionalização dos negócios de multilatinas não tem sido acompanhada de uma internacionalização narrativa, pois, em média, 68% das conversas de uma multilatina ocorrem em seu mercado de origem.

SEIS.

As novas tendências exigem uma infraestrutura digital mais robusta e as multilatinas têm uma lacuna significativa com seus pares norte-americanos ou europeus para poder implementar muitas dessas estratégias.

SETE.

O sucesso das empresas que dobraram a aposta durante a pandemia revela que existe um potencial de crescimento significativo para as multilatinas na região.

OITO.

A marca multilatina é um conceito com pouco uso narrativo, mas com grande potencial de interesse na região. Sob estratégias de identidade de marca, seu uso é uma oportunidade.

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